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Pets no condomínio: as principais regras para um excelente convívio

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Escrito por Perspectiva

Um dos principais desafios dos síndicos é estabelecer uma boa convivência entre moradores e pets no condomínio. Se por um lado existem pessoas que não abrem mão de ter um bicho de estimação, por outro há aqueles que preferem viver longe de animais como cães, gatos e pássaros, por exemplo.

A justiça ampara os dois lados: não há lei que proíba a presença de pets no condomínio, mas quem se sentir lesado tem o direito de reclamar. Dependendo do caso, os responsáveis podem até ser multados.

Dessa forma, o melhor a ser feito é estabelecer regras para que o convívio seja o mais harmônico possível. Quer saber quais são? Confira neste post!

Limitar a circulação de pets em áreas comuns

Destinadas ao uso coletivo, as áreas comuns precisam ser mantidas em ordem, livres de incômodos ou riscos para a circulação de moradores. Oriente os donos de pets a tomar cuidado nesses locais.

Em espaços de transição como elevadores, escadas e hall, os pets devem ficar bem próximos ao corpo do seu acompanhante, com guia curta e focinheira (essa última para cães mais agressivos). Para o transporte de pássaros, recomende o uso da gaiola.

Em outros ambientes como piscina e playground, a circulação de bichos costuma ser proibida.

São consideradas áreas comuns:

  • Jardim

  • Espaço de circulação da garagem

  • Hall de entrada

  • Corredores

  • Salão de festas

  • Área de lazer

  • Piscina

  • Playground

Recomendar a utilização do elevador de serviço

Se o prédio contar com dois ou mais elevadores, peça aos moradores que utilizem o de serviço quando estiverem na companhia dos seus animais. Existem pessoas com verdadeiras fobias a animais e esses problemas devem ser respeitados. Mais uma vez, é recomendado que o dono do animal o mantenha próximo ao corpo e com uma guia.

Exigir o uso de focinheira em animais grandes

Cachorros de grande porte devem usar focinheiras em áreas comuns, principalmente se forem mais arredios.

Conheça exemplos de raças que devem utilizar focinheira nas áreas comuns:

  • Pitbull

  • Rottweiler

  • Doberman

  • Fila brasileiro

  • Pastor alemão

Remover dejetos é obrigatório

Além de seguras, é bom que as áreas comuns permaneçam sempre limpas. Caso o animal deposite seus faça suas necessidades fisiológicas nesses espaços, a remoção imediata fica sob a responsabilidade do dono.

Evitar barulho é uma questão de bom senso

Todos os moradores devem considerar que certas raças de cachorro têm o hábito de latir mais. Da mesma forma, alguns pássaros gostam de cantarolar em determinados períodos do dia, especialmente ao amanhecer.

Nesse quesito, o que vale é o bom senso. Assim como os condôminos podem ser mais tolerantes, cabe aos donos cuidar dos animais barulhentos, evitando que o ruído extrapole o nível aceitável.

Em caso de viagem, peça que os moradores não deixem os bichinhos sozinhos. Melhor hospedá-los em hotéis para animais ou na casa de algum parente.

Determine que os casos mais graves sejam passíveis de advertência e multa.

Divulgar as regras sobre pets aos moradores

Ao síndico, cabe promover um trabalho de conscientização sobre os direitos e deveres dos animais que vivem em prédios. Cartilhas, cartazes e manuais são boas opções de comunicação.

É importante aprovar todas as decisões em assembleia e divulgá-las entre os condôminos. Com essas regras simples, é possível estabelecer um bom convívio entre os moradores e os pets no condomínio.

Quer outras dicas sobre como lidar com problemas relacionados a pets no condomínio? Confira este post e saiba mais sobre o assunto!

 

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Uma empresa nova no mercado que já nasce com 15 anos de experiência, fruto das atividades anteriores de seus sócios no mesmo ramo.

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